28
Abr 13

No ano de 2010, logo no inicio da crise grega, Harvarr, Carmen Reinhart e Kenneth, entusiastas economista conhecidos pelo livro Historia das Crises Económicas, que fez sucesso de vendas em todo o mundo, divulgaram um artigo com o título Crescimento Economico em Tempos de Crise, que argumentava o ponto limite de  90% do Produto Interno Bruto dos países,  como  meta do endividamento Público.  Segundo eles, a conclusão que chegaram, é que, com endividamento acima dos 90% do PIB, o crescimento dos países cessava. Logo após a divulgação do artigo, muitos economistas aconselharam políticos em todo o ocidente a seguir o caminho da austeridade como um facto indubitável. A tese de Reinhart e Rogoff, foi fortemente criticado e sistematicamente questionado, porque segundo conclusões de outros economistas, não havia uma correlação direta entre o endividamento dos países e o crescimento económico e,  tendo por vezes concluído o oposto; O baixo crescimento a forçar o endividamento. Recentemente, Investigadores da Universidade de Massachusetts intrigados, descobriram que afinal a tese de   Reinhart e Rogoff, estava completamente errado porque, tinham utilizados procedimentos estatísticos errados, cometeram erros de codificação do Excel, e omitiram dados. Confrontados, Reinhart e Rogoff, admitiram o erro. No seguimento, por toda a europa, dirigentes como Durão Barroso, Christine Lagarde, François Hollande, etc, vão insurgindo contra a austeridade que tanto desemprego, tantas falências e insolvências tem provocado em toda a europa. 

publicado por CABO VERDE NOVOS RUMOS às 15:02

22
Abr 13

A história recente da eletricidade/ energia em cabo verde, tem sido marcado, pelos altos preços e deficiência na qualidade do fornecimento. Toda a governação do PAICV, a questão da eletricidade e energia, ficou basicamente pelas promessas de campanha, porque, numa foi uma preocupação governativa. Entretanto, nunca faltou criatividade para manobras de tacticismo político, com supostos projetos e investimentos na área das energias que nunca viram a luz do dia. Quem ouve o ministro do Turismo, Indústria e Energia, Humberto Brito, não sente evolução em relação aos anteriores ministros da tutela. Hoje, no parlamento, voltou-se o disco e tocou o disco. Humberto Brito, sempre que obrigado a justificar o preço de ouro que é a eletricidade em Cabo Verde, regressa a pobreza franciscana de chamar a razão o ano de 2001 para procurar termos comprovativos. Ora, o mais distraído dos cabo-verdianos, percebe o aumento da taxa de cobertura de eletricidade de 53% em 2001 para 96% em 2012. Este processo, deu-se por e implemento pela melhoria da qualidade de vida dos cabo-verdianos, e pelas exigências que esta qualidade de vida obriga. Sendo assim, este governo não procura criar um compromisso para baixar os custos da eletricidade/ energia, sendo esta o sector que mais dificulta o investimento no arquipélago e no ajustar do crescimento económico desejável para redução do desemprego. 

publicado por CABO VERDE NOVOS RUMOS às 20:10

A nossa companheira Berta Cabral, tomou posse para a mal-agradecida e dura tarefa de participar na “REFORMA” ou melhor, na ingrata empreitada de cortes nas forças armadas. Berta Cabral, vai precisar de muita sorte para lidar com um ministério (forças armadas), a receber um corte nos próximos meses no valor de 160 milhões de euros, isto, numa prespetiva positiva do PIB a crescer em termos normais a 1,9%, além da obrigação de reduzir para o máximo de 32 mil militares e, diminuir em 70% o orçamento com os quatros de pessoal civil. Com esta cartada, Passos Coelho, lançou o osso duro de roer a Berta Cabral, de forma a tentar a indulgência dos danos causados nas eleições regionais ao PSD- Açores. Indeminização demasiado simbólica que não repõe; primeiramente ao dolo ao PSD-A e, segundamente, uma secretaria me parece coisa muito pouca para o estatuto curricular da perseguem. 

publicado por CABO VERDE NOVOS RUMOS às 18:42

20
Abr 13

Há uma ortodoxia que está a ser pregada em Cabo Verde para uma entrada imediata do FMI no país, a fim de nos tirar do buraco em que o PAICV, irresponsavelmente nos enfiou. Mas, para um país de desenvolvimento médio e de renda baixa, esta equação deve ser ponderada apenas como último recurso, dado ao impacto das medidas aplicada pelo Fundo Monetário Internacional, todas elas anti crescimento económico. Daí, o dever e obrigação da oposição e da população em geral, pressionar para um debate sério, com todos os prós e contras, que esta decisão pode provocar na economia nacional e na vida das pessoas. Em termos comparativos, normalmente os modelos de ajuste estrutural aplicadas em toda a parte pelo FMI fracassam… temos casos estudos recentes como a Argentina, em que às recomendações do FMI, obrigou a cortes orçamenteis e aumento de impostos… nada melhor para afundar uma nação em deriva, e suplicar revoltas sociais. Em Portugal, também as medidas não são inéditas. Desde 2011, em que o país foi intervencionado, milhares de famílias foram a falência, a economia estagnou, o défice aumentou exponencialmente, o desemprego atingiu níveis recordes, mais de 100 milhões de euros foram cortados aos doentes em medicamentos, aumentou o abandono escolar precoce... Na Grécia, anos depois da intervenção, o país continua a enfrentar o risco de falência eminente, a desconfiança dos mercados e a ausência total de solidariedade dos parceiros internacionais. São estes e outros exemplos que os cabo-verdianos têm que levar para a mesa das discussões como casos estudos a fim de decidir fazer o ajustamento da festa do PAICV com intervenção externa, ou sem intervenção externa. Entretanto, com ou sem intervenção externa, faz parte da ética politica e democrática, entregar o poder ao povo para efetivamente julgar por um lado as consequências politicas da festa do PAICV, e por outro lado, quem dever dirigir politicamente o ajustamento da divida. 

publicado por CABO VERDE NOVOS RUMOS às 15:45

16
Abr 13

Com os rumores de possível pedido de resgato por parte de Cabo Verde a FMI, abriu-se caminho para uma nova discussão sobre o futuro do país. Definitivamente, o primeiro-ministro sentiu-se obrigado a reconhecer que, o sismo económico abalou a frágil consistência da sua teoria ideológica. Por teimosia, e por não ter ouvido a voz da oposição, José Maria Neves juntou apenas e só ao seu partido e, empurraram Cabo Verde para um precipício económico e financeiro, instalando um clima de medo, de não crítica e de incerteza no futuro. Por não ter criado uma visão realista e possível para o pais, e por não ter sabido que rumo dar ao país durante quase três mandatos, é que chegamos ao ponto de quase humilhação. Este, é apenas o início de um senário catastrófico que não pode deixar de ter consequências penalizadoras para o primeiro-ministro, e para o PAICV.

 

 

publicado por CABO VERDE NOVOS RUMOS às 03:21

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